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Publicado em 18 de agosto, 2022

Educação Socioemocional: mais engajamento e retenção

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A educação socioemocional vem ganhando espaço entre os pais e gestores escolares. 

Por muito tempo, a escola era vista apenas como transmissor de conteúdo, partindo da ideia de que a criança já vinha pronta, e devia se comportar “adequadamente” nos mais diversos ambientes.

Hoje, a Base Nacional Comum Curricular, BNCC, tem como objetivo integrar a educação socioemocional nas competências e habilidades, dividindo  a missão de educar entre escola e a família.

As competências e habilidades presentes na BNCC são diretrizes, que têm como principal objetivo o desenvolvimento, uniforme e pleno, de todos os estudantes.

O termo educação socioemocional surgiu em 1994, e seus primeiros fundamentos tiveram como base a criação do CASEL, Collaborative for Academic, Social, and Emotional Learning (Colaboração para Aprendizagem Acadêmica, Social e Emocional). 

Segundo o CASEL, o aprendizado socioemocional é uma parte integrante da educação e do desenvolvimento humano.  

O aprendizado socioemocional é o processo onde jovens e adultos adquirem e aplicam os conhecimentos, habilidades e atitudes para:

  • desenvolver identidades saudáveis;
  • gerenciar emoções e alcançar objetivos pessoais e coletivos;
  • sentir e mostrar empatia pelos outros;
  • estabelecer e manter relacionamentos de apoio, e 
  • fazer decisões responsáveis ​​e cuidadosas.

Para que isso ocorra de forma efetiva, o CASEL aponta 05 competências a serem desenvolvidas: 

1 – Autoconsciência – envolve o conhecimento individual, como seus pontos fortes e fracos, sempre mantendo uma atitude otimista e voltada para o crescimento. 

2 – Autogestão – o gerenciamento eficiente do estresse, o controle de impulsos e a definição de metas.

3 -Consciência social – necessita do exercício da empatia, do colocar-se “no lugar dos outros”, respeitando a diversidade.

4 – Habilidades de Relacionamento – relaciona com as habilidades de ouvir com empatia, falar clara e objetivamente, cooperar com os demais, resistir à pressão social inadequada (ao bullying, por exemplo), solucionar conflitos de modo construtivo e respeitoso, bem como auxiliar o outro quando for o caso.

5 – Tomada de decisão Responsável – recomendar as escolhas pessoais e as interações sociais de acordo com as normas, os cuidados com a segurança e os padrões éticos de uma sociedade.

Mas afinal, como aplicar isso no contexto escolar?

Para desenvolver habilidades para auxiliar as crianças e jovens a lidarem com situações de conflito, é preciso diminuir as vulnerabilidades destes estudantes. Para isso ocorrer, é necessário estimular o diálogo, incentivar a expressar  sentimentos, medos, alegrias, anseios e até mesmo frustrações. 

O ensino deve ultrapassar o âmbito das disciplinas convencionais, dando um suporte para o futuro e preparando  para os desafios e desventuras da vida adulta. – E quanto mais cedo começar, mais tranquila será a vida escolar do estudante, e melhores serão os seus resultados como aluno, como pessoa e como cidadão.

Os benefícios são muitos, mas é necessário que a IE esteja preparada, assim como sua equipe pedagógica e os professores.

É recomendado, para que a transição do ensino comum para um mais lúdico seja efetiva e menos estressante,  que os professores estejam capacitados para fazer a interdisciplina entre as matérias bases e os princípios da educação socioemocional.

Essas mudanças, no entanto, exigem dedicação de tempo e atenção, e precisam ser feitas com o apoio de treinamentos, de planejamento e mensuração.

Não é possível desenvolver grandes mudanças em uma IE que ainda não alinhou a própria gestão, onde os professores agem de modo individual, as reuniões são inobjetivas, os setores não se comunicam e os alunos/responsáveis não têm propriedade sobre o próprio desenvolvimento.

E é exatamente por isso que um ERP educacional está entre as prioridades de uma instituição de ensino: todas as decisões passam e são ancoradas por ele. É como se fosse, no final das contas, a espinha dorsal, a principal ferramenta de conexão entre o planejamento, a ação e o feedback.

E na hora de escolher um ERP educacional, é preciso pensar nele como investimento. – Nunca como um gasto.

A premissa da Gennera é que você, seja gestor , professor ou outro profissional da educação, tenha liberdade para inovar e zelar pelos valores da sua IE.

Ao invés de se preocupar com trabalhos repetitivos, como o relançamento de dados entre sistemas ou francesinhas, você estará pensando em inovar. Ao invés de se ocupar com dores de cabeça geradas por evasão e inadimplência, você estará desenvolvendo melhores políticas para satisfazer seus clientes.

A educação socioemocional é um passo importante para a instituição de ensino se adequar a BNCC e renovar o ensino. A sua IE está preparada para esse desafio? Quais são os seus outros desafios?

A Gennera quer e pode te ajudar a percorrer este caminho da forma mais fácil, menos estressante e mais eficaz.

Converse com um dos nossos consultores, e deixe a gente transformar sua instituição de ensino de várias formas diferentes.

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