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Publicado em 8 de maio, 2017

Software de gestão educacional: esclarecemos 4 mitos

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Um software de gestão educacional é uma ferramenta de grande utilidade para as instituições de ensino. As vantagens de sua implantação estão relacionadas à otimização dos processos, redução de custos com armazenamento de documentos e maior controle das atividades acadêmicas.

Porém, há quem prefira a forma manual de organização das atividades escolares, e as consequências são o desgaste excessivo para o preenchimento de formulários ou a desintegração de sistemas que não geram um produto final efetivo.

As comparações entre as metodologias podem gerar receio por parte das escolas que ainda não implantaram um software, mas as vantagens da informatização são observadas já em curto prazo.

Por isso, desvendaremos para você 4 mitos sobre o software de gestão educacional. Acompanhe!

1. Sistemas são complicados para usar

Esse pode ser considerado um dos maiores mitos, pois os indivíduos concluem sobre a dificuldade de utilizar um software de gestão educacional sem ao menos conhecê-lo.

Atualmente, as plataformas destinadas à inserção de atividades acadêmicas são simples de usar e autoexplicativas. Além disso, a empresa que implanta o software oferece cursos de treinamento e atualização das principais ferramentas do sistema, esclarecendo as dúvidas mais frequentes.

Esses sistemas educacionais são adaptados para atender a realidade da instituição de ensino e a integração com outras unidades da mesma rede.

2. O software não traz resultados satisfatórios

Um software de gestão educacional deve ser capaz de fazer a entrada de dados importantes tais como matrículas, mensalidades, doações, investimentos de terceiros etc. além das saídas relacionadas à folha de pagamento de funcionários, taxas gerais para manutenção, dentre outros.

Por isso é importante que o gestor educacional tenha em mente quais são as informações gerenciais relevantes e se essas poderão ser inseridas e controladas pelo sistema. Dessa maneira, os resultados serão mensurados conforme as necessidades gerenciais.

3. O sistema não traz soluções completas

Uma plataforma de gestão educacional deve atender às principais demandas da instituição de ensino, caso contrário não seria vantajoso para ambas as partes. Dessa maneira, os gestores educacionais precisam se atentar a esse fato antes da contratação.

Em geral, um software de gestão educacional deve propiciar a inclusão de informações relacionadas a cada nível de escolaridade que a instituição atende, e para cada caso atender as demandas específicas.

Também é importante que o sistema esteja integrado às ações de marketing, recursos humanos, finanças, cadeia de fornecedores e aquisição de produtos e serviços. Um tópico bastante importante é a relação com o governo por meio de documentos que precisam de registro e certificação constante.

Em todas essas ferramentas são visualizadas subtópicos, controle de acesso por meio de senhas e emissão de documentos com logotipo da instituição. Caso tenha mais sugestões, os gestores devem relatá-las para melhoria contínua do sistema.

4. O custo do software de gestão educacional é elevado

Os gestores educacionais que se atentam apenas ao custo financeiro da implantação e manutenção do sistema não estão observando a redução de custos advinda dessa inovação.

Após a seleção do sistema informatizado para a instituição será possível contabilizar a redução de custos com impressão de documentos institucionais e de alunos, número de formulários e itens de papelaria.

O software de gestão educacional é uma ferramenta útil e sua implementação é economicamente viável em todas as instituições de ensino. Ele permite o controle das informações acadêmicas, diminui o custo com emissão de documentos e gerencia as atividades de forma organizada.

Agora você já sabe que existem alguns mitos sobre a utilização de um software de gestão educacional que buscar informações de fontes seguras é sempre o mais recomendado. Por isso, se quiser receber mais esclarecimentos sobre o assunto, entre em contato conosco.

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