Imagem em destaque

Publicado em 16 de agosto, 2018

Cartão, boleto ou PIX: qual é melhor para escolas?

Compartilhar conteúdo

É comum estarmos muitas vezes diante da seguinte dúvida: cobrar os pagamentos em aberto com cartão de crédito ou boleto? Para responder a essa pergunta, é fundamental realizar uma análise de todas as vantagens e desvantagens que cada modalidade apresenta. Porém, devemos focar sempre na forma mais prática para pais e alunos e não somente na melhor alternativa.

Essa análise se torna ainda mais importante, sobretudo agora, que temos a novidade da cobrança em cartão de crédito com uma taxa fixa em reais (e não percentual) equivalente ao valor da taxa de boleto.

Como em todo negócio, toda instituição de ensino também precisa evitar gastos desnecessários, atrasos e, até mesmo, inadimplência. Entretanto, é preciso trabalhar da forma que mais se adéqua às necessidades de quem está pagando. Por isso, preparamos este texto para ajudá-lo a compreender e entender melhor sobre as formas de pagamento em cartão ou boleto bancário. Confira!

Devo usar cartão ou boleto?

A maioria das instituições já trabalha com as duas formas de pagamento. Porém, antes de decidir qual eleger — cartão ou boleto, ou adotar as duas formas —, vamos comparar os prós e contras de cada uma delas. Assim, fica mais fácil compreender onde se encaixa sua instituição de ensino.

Boleto bancário

Atualmente, emitir um boleto bancário tem um custo de emissão maior, em relação a outros períodos, podendo chegar a cerca de R$ 5,00 cada um. Além disso, é importante levar em consideração a sustentabilidade; afinal, dessa forma será necessário um grande volume de papel, visto a quantidade de boletos que são impressos mensalmente em uma instituição de ensino.

Além disso, o boleto ainda é o principal fator que dá início à inadimplência. Isso acontece porque os pais podem facilmente se esquecer de realizar o pagamento e podem ocorrer atrasos ou extravios na entrega. Nesse cenário, tratando-se da relação entre clientes e instituição, desavenças geradas pelo atraso de pagamento das mensalidades devem ser evitadas ao máximo.

No entanto, nenhuma forma de pagamento deve ser definitivamente descartada, pois é possível pensar em algumas alternativas para contornar os problemas decorrentes dos atrasos e da falta de pagamento. Ou seja, medidas como enviar lembretes quando o prazo de vencimento estiver próximo e até mesmo oferecer descontos para os pagamentos em dia podem ser suficientes.

Cartão de crédito

Apesar de o boleto bancário ser ainda bastante usado, o cartão de crédito acaba atraindo o maior número de alunos — e matrículas. A saber, muitos pais preferem a praticidade do cartão de crédito. O processo de pagamento é feito mais facilmente e a escola nunca fica com mensalidades atrasadas ou sem receber, evitando problemas financeiros e muita dor de cabeça.

A cobrança em cartão de crédito se torna ainda mais interessante agora, com a novidade de cobrança no cartão a uma taxa fixa em reais (e não percentual), equivalente à taxa de boleto.  O que reduz em muito o custo com a cobrança de cartão de crédito, uma vez que elimina a taxa percentual sobre o valor da venda – esta taxa percentual, dependendo do valor da mensalidade, poderia passar de R$ 50,00 – e a reduz para uma taxa fixa abaixo de R$ 5,00.  Além de eliminar a inadimplência por esquecimento e permitir a retentativa, no caso de falta de limite no cartão cliente.

Quem oferece cursos online precisa realmente aproveitar a praticidade do cartão de crédito. Para os cursos de menor duração, a taxa de desistência é ainda menor, uma vez que o aluno já estará comprometido com o pagamento total das aulas. Ademais, o cartão de crédito também confirma o pagamento mais rapidamente que o boleto bancário.

Contudo, antes de se decidir por somente uma modalidade ou outra, como cartão ou boleto, leve em consideração que as pessoas estão nas mais diferentes situações financeiras. Trabalhar somente com boleto bancário pode elevar seu nível de inadimplência. Porém, oferecer somente cartão de crédito como meio de pagamento pode afastar interessados.

Concluindo, o importante hoje em dia é que a instituição consiga oferecer a maior quantidade possível de meios de pagamento — seja cartão ou boleto —, de maneira a agradar todos os públicos. Pense, ainda, em outras formas, como pagamento em dinheiro, com um pequeno desconto, por exemplo. Busque o alinhamento entre as modalidades de cobrança e mantenha sua taxa de inadimplência em baixa.

Gostou do conteúdo deste texto? Agora que você já sabe um pouco mais sobre as formas de pagamento, o que acha de aprofundar ainda mais o seu conhecimento? Leia o nosso artigo sobre como gerenciar os diferentes tipos de inscrições em sua instituição de ensino.

Conteúdos relacionados

Imagem - banner_checklist_meio_de_ano

Publicado em 13 de julho, 2026

Checklist de meio de ano: o que revisar no seu sistema de gestão educacional antes do 2º semestre

Chegar em julho com a sensação de que o ano “passou voando” é comum na gestão escolar. Entre matrículas, rotina pedagógica e a operação do dia a dia, o meio do ano chega e nem sempre sobra tempo para parar e avaliar onde a instituição está, e para onde ela precisa ir até dezembro. É exatamente nessa hora que um sistema de gestão educacional bem utilizado faz diferença: ele transforma…

Ver mais Imagem ilustrativa
Imagem ilustrativa

Publicado em 6 de julho, 2026

Verdades não ditas da gestão escolar: 7 coisas que todo coordenador sente e ninguém fala

Sobrecarga, planilhas paralelas, evasão descoberta tarde, decisão no escuro. Reunimos as 7 verdades que todo coordenador vive em silêncio — e os 7 "e se" que já têm resposta. Tem conversa que não acontece na reunião pedagógica. Acontece no corredor, no café, naquele desabafo rápido entre uma demanda e outra. E quase sempre começa igual: "não sei se é só comigo, mas…" Spoiler: não é só com você. Depois de…

Ver mais Imagem ilustrativa
Imagem - Sistema_Gestao_Educacional

Publicado em 24 de junho, 2026

Sistema de gestão educacional: o guia para escolher o software ideal em 2026

Se você gere uma escola, faculdade ou rede de ensino, já viveu esta cena: uma informação importante — sobre inadimplência, evasão ou matrículas — chega até você semanas depois de fazer diferença. A decisão acontece, mas o problema que ela resolve já tem três semanas de vida. Esse atraso quase nunca é falta de competência da equipe. É falta de um sistema de gestão educacional que conecte tudo num lugar…

Ver mais Imagem ilustrativa