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Publicado em 19 de fevereiro, 2018

3 melhores práticas para elaborar um plano de contas para instituição de ensino

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O plano de contas para instituição de ensino é um planejamento formado por um documento que arquiva todas as contas existentes da sua organização. Com ele, você vai poder ter controle sobre os gastos para saber o lucro mensal necessário para pagar as dívidas. Esse conjunto de débitos é essencial, por exemplo, ao balanço patrimonial e até para a demonstração do resultado do exercício.

Normalmente, quem controla essa parte é o contador, mas você precisa passar as informações para que ele possa cuidar do assunto com eficácia.

Quer entender mais sobre o assunto? Neste post você vai aprender a elaborar um a partir de 3 sugestões, além de saber a necessidade desse instrumento para toda a contabilidade da empresa que dirige. Confira!

1. Divida as contas em grupos

O plano de contas é dividido em etapas, já que é um instrumento contábil complexo. Você vai precisar de pastas que vão organizar esse trabalho e diminuir o tempo de preparo dele:

  1. ativo: contas a receber, disponibilidade, posses;
  2. passivo: contas a pagar e impostos;
  3. receitas e despesas: vendas, industrialização, prestação de serviços, juros de crédito concedido, custos de insumos, doações, etc.

Esses principais grupos são divididos em subgrupos, já que a quantidade de despesa é alta e variada. Os ativos, por exemplo, são classificados como circulantes, não-circulantes e imobilizado. Os passivos também são circulantes e não-circulantes, além do patrimônio líquido.

As receitas são operacionais e não operacionais, assim como ocorre com as despesas. Ao preparar o documento final, o seu contador poderá te ajudar a definir cada um desses subtópicos.

2. Pré-elabore

Após todas as contas da sua instituição de ensino estarem, devidamente, divididas, é hora de juntá-las em um pré-plano para poder enviar à empresa de contabilidade.

Para elaborar, você precisa conhecer um pouco da legislação específica ao tipo de planejamento que deseja fazer. Se o objetivo for a construção do balanço patrimonial da instituição de ensino, por exemplo, a forma de se fazer é diferente do demonstrativo de resultado do exercício.

Após observar as exigências da lei, é hora de colocar a divisão que aprendeu no tópico anterior na prática. Você vai guardar os documentos de acordo com o modelo a seguir:

1. Ativo
1.1 Circulantes
1.2 Não-circulantes
1.3 Imobilizado
1.1.1 Contas circulantes
1.2.1 Contas não-circulantes
1.3.1 Contas imobilizado

Esse modelo se repete para cada um dos grupos e subgrupos definidos, sendo que quanto mais dividido for o subgrupo, mais detalhadas são as informações prestadas. Após tudo devidamente preparado, é só enviar para o contador que ele finaliza o serviço.

3. Tenha o apoio da tecnologia

Não se esqueça que o mundo atual é repleto de possibilidades que facilitam o seu trabalho. Existem, espalhados por empresas online, softwares próprios de elaboração do plano de contas para instituição de ensino. Procure o que melhor te atende, contrate-o, faça um curso para aprender a mexer no programa e o utilize para esse fim.

Com certeza, a gestão do seu tempo vai ficar bem mais ágil e esse problema vai ser resolvido de uma vez por todas. Se tiver gostado deste texto sobre como fazer um plano de contas para instituição de ensino, siga o Twitter, Linkedin e Facebook da Gennera e entenda mais sobre outros assuntos relacionados à gestão da educação.

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